SisafyaClínicas de acessos vasculares
Agendar demonstração

Não é só o prontuário. É o paciente.

O Sisafya é um sistema de gestão para clínicas de acessos vasculares. Ele acompanha cada pessoa do agendamento à alta — e em cada etapa coloca à frente da equipe o que protege quem está ali. Sem papel: fichas, termos, triagem e a realização do procedimento são preenchidos e assinados na tela.

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Leitos 3 de 6 ocupados agora · atualizado às 14:32
Sala cirúrgica 1
Sala Cirúrgica

Antônio R. Nogueira

Implante de cateter de longa permanência

Dr(a). Marina Teixeira

PA 150x90 mmHg FC 118 bpm

Reavaliar até 14:58 (em 26 min)

Leito 1/2
Convênio

Helena M. Barros

Confecção de fístula arteriovenosa

Dr(a). Paulo Andrade

S.R.P.A 1
Recuperação

Joaquim F. Prado

Retirada de cateter semitunelizado

Dr(a). Marina Teixeira

Leito 1/3
Internação

Livre

Painel de ocupação. Dados ilustrativos.

A jornada do paciente, em cinco etapas.

O sistema é organizado por elas.

  1. Agendamento

    A avaliação de admissão define a conduta, e cada conduta vira um procedimento a marcar — com tipo, equipe completa e caráter eletivo ou de urgência. Espelhado no Google Agenda.

  2. Chegada

    Quem recebe na porta marca a chegada. A recepção chama pela TV, confere cadastro, documento e carteirinha e encaminha: ao médico, na consulta e no ambulatorial; à enfermagem, no centro cirúrgico, depois de colher as assinaturas da internação. A triagem segue por ordem de chegada, com alergias e restrição alimentar em destaque. Na urgência, interna sem agendamento e vincula o procedimento depois.

  3. Leito

    Terminada a triagem, a enfermagem escolhe ali mesmo um leito de internação livre. Ocupação em tempo real, separando internação, sala cirúrgica e recuperação. Na sala, o checklist na TV e a realização registrada por área da equipe.

  4. Acompanhamento

    Sinais vitais comparados com faixas por idade. Valor fora da faixa pede a conduta e abre reavaliação em 30 minutos. Depois, pós-operatório e follow-up em fichas próprias.

  5. Alta

    A internação inteira num prontuário final, trilha de acesso preservada — e o paciente sai com um cartão que abre o essencial do seu acesso.

A papelada sai da clínica.

O que hoje é impresso, preenchido à mão, assinado à caneta e guardado numa pasta passa a nascer, ser assinado e ficar arquivado no sistema. Sem pasta perdida, sem letra ilegível, sem ficha esperando alguém digitar.

Antes: Ficha de internação impressa e assinada à caneta Com o Sisafya: Assinada com o dedo, na tela. Vira PDF com data, hora e quem acompanhou.
Antes: Termos de consentimento impressos a cada internação Com o Sisafya: O termo da própria clínica, preenchido e assinado na tela.
Antes: Fichas de avaliação no papel Com o Sisafya: Admissão, pós-operatório e follow-up na tela, no protocolo da clínica, com laudo de USG.
Antes: Caderno da enfermagem Com o Sisafya: Triagem na tela, com Morse, Braden, dor e os exames anexados.
Antes: SAE, boletim anestésico e checklist de cirurgia segura no papel Com o Sisafya: A realização do procedimento na tela, com cada área da equipe assinando a sua parte.
Antes: Exames e documentos em cópia, na pasta Com o Sisafya: Anexados ao cadastro do paciente, abertos no próprio sistema.
Antes: Dados digitados olhando o documento Com o Sisafya: O sistema lê o documento e propõe nome, nascimento, CPF e filiação; quem cadastra confere campo a campo.
Antes: Prontuário montado à mão no fim da internação Com o Sisafya: Prontuário final em um PDF, gerado na hora em que for preciso.
Antes: Horários anotados à mão para medir a espera Com o Sisafya: Cada etapa com a hora, da porta ao fim do atendimento. A linha do tempo de cada paciente sai em PDF.
Antes: Formulários e planilhas à parte Com o Sisafya: Eventos adversos, limpeza de leitos e álcool e sabão no mesmo sistema.

O que precisa ir para o papel — o relatório ao convênio, o cartão do paciente — sai do sistema já preenchido.

O sistema lembra por você.

Num plantão cheio, o que protege o paciente é a informação aparecer sem ser procurada.

Avisos clínicos em primeiro plano

Alergias e restrição alimentar não ficam numa aba. Aparecem destacadas na tela da internação — e somem quando não há nada a avisar, para que a presença do aviso signifique algo.

Sinais vitais com referência

Pressão, temperatura, frequência cardíaca e respiratória, saturação e dor comparados com faixas que variam por idade. Glicemia, peso e altura quando aferidos, com IMC calculado.

Faixas baseadas em POP do EBSERH/HC-UFTM e na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial da SBC. Apoio ao julgamento clínico, nunca substituto.

Reavaliação no prazo

Aferição fora da faixa exige registrar a conduta e abre uma reavaliação em 30 minutos. O prazo aparece no leito, na internação e na tela inicial da enfermagem — e pisca quando atrasa.

Painel de leitos para a parede

A clínica inteira numa tela, com os ocupados à frente e os sinais alterados visíveis de relance. Modo TV para monitor de corredor, atualizando sozinho.

A TV entra com um código, sem a senha de ninguém, e mostra só o seu painel: os leitos, a fila da triagem ou a sala de espera.

Checklist de cirurgia segura na TV

Cada sala cirúrgica tem o seu painel: paciente, lateralidade, antibioticoprofilaxia e equipe, com o peso e o jejum vindos da triagem e início e término preenchidos pela troca de leito. Sign in, Time out e Sign out se marcam em um toque.

Uma TV para a sala de espera

Recepção, médicos e enfermagem na mesma tela, por ordem de chegada e com as prioridades da lei à frente. A chamada ocupa a TV inteira, com som; quando ninguém é chamado, passam os vídeos institucionais da clínica. Só o primeiro nome e as iniciais, e o destino sem dizer o procedimento.

A espera e o atendimento de cada etapa ficam registrados, paciente a paciente.

Triagem na ordem de chegada

A enfermagem chama da fila quem chegou primeiro — a TV da sala de espera chama junto —, e quem já está em triagem aparece marcado, para ninguém chamar o mesmo paciente. Escalas de Morse e Braden, dor e exames anexados, assinada por enfermeiro ou técnico.

Comorbidades e alergias informadas na triagem atualizam o cadastro do paciente.

Nenhuma etapa pulada

A recepção só encaminha com cadastro, documento e carteirinha conferidos e, no centro cirúrgico, com tudo assinado. O procedimento só é realizado com a avaliação de admissão finalizada — e, na internação, com a triagem concluída, os termos obrigatórios assinados e a passagem do paciente pela sala cirúrgica. A alta só sai com o procedimento realizado ou cancelado.

O follow-up exige admissão e procedimento realizado, e o pós-operatório já nasce do procedimento que foi feito. No cadastro, nome com número e data de nascimento impossível não passam, e o sistema avisa quando já existe paciente com o mesmo nome e nascimento.

A resposta do paciente na agenda

Quando o paciente confirma presença ou pede para remarcar pelo WhatsApp, a marca aparece na agenda do dia. Se a data muda, a confirmação antiga sai sozinha.

Quem assinou. Quem olhou.

Consentimento e rastreabilidade: as duas perguntas que uma clínica precisa saber responder — e que a maioria dos sistemas deixa sem resposta.

FICHA DE INTERNAÇÃO
Leito:Sala cirúrgica 1
Nome:Antônio R. Nogueira
Nascimento:14/03/1958 · 68 anos
CPF:000.000.000-00
Convênio:Convênio
Acompanhante:Regina Nogueira
Internação:3 de setembro, 13:40

INFORMAÇÕES FORNECIDAS AO PACIENTE

AUTORIZAÇÃO PARA TRATAMENTO — O abaixo assinado, ciente do diagnóstico e dos objetivos do tratamento proposto, autoriza a equipe médica a tomar as providências necessárias à preservação da saúde do paciente, conforme o texto adotado pela clínica.

Assinatura do paciente ou responsável

Assinado digitalmente em 3 de setembro de 2026, às 13:52
Confirmado por Marina Teixeira · IP 189.40.12.7

Documento gerado pelo sistema. Dados ilustrativos.

Ficha assinada na tela

O paciente assina com o dedo, no próprio dispositivo, ainda na recepção, antes de ir para a enfermagem. O sistema gera o PDF com os dados da internação, o texto de autorização da clínica e a assinatura embutida.

Os termos são os da clínica

Consentimento livre e esclarecido, procedimento anestésico e cessão de imagem. O sistema não redige consentimento: recebe o PDF que a clínica já usa, preenche a identificação nos campos dela e congela o documento assinado.

Auditoria da assinatura

Cada documento registra data, hora, o profissional que acompanhou e o endereço de onde partiu. Assinatura que não puder ser incorporada é recusada — não existe documento marcado como assinado sem assinatura.

Trilha de acesso ao prontuário

Quem consultou, criou, alterou ou baixou dado de paciente, e quando. Inclusive as tentativas negadas. É a resposta ao direito que a LGPD dá ao titular.

Permissão por módulo

Cada pessoa vê e altera apenas o que o cargo exige. A trilha de acesso é mais restrita que os próprios dados que protege.

Cada área assina a sua parte

Na realização do procedimento, cirurgião, enfermagem e anestesista concluem a própria parte com o próprio login, e o registro guarda o nome e o CRM ou COREN de quem assinou. O Sign in do checklist leva as duas assinaturas.

Prontuário final

Um PDF com a internação inteira: ficha e termos assinados, triagem com os exames, leitos, sinais vitais, a realização do procedimento por área, alta e avaliações do período. Enquanto o paciente está internado, sai marcado como documento parcial.

Com o cartão, o paciente leva o acesso com ele.

Quem vive de hemodiálise passa por vários serviços. O histórico do acesso vascular costuma ficar só na clínica que o operou — e o paciente, que é quem mais precisa dele, sai de mãos vazias.

Um cartão, um QR

Cabe na carteira: 100 × 30 mm, frente e verso, impresso na própria clínica em qualquer impressora. O QR usa correção reforçada e continua lendo depois de meses amassado e sujo.

Nunca desatualiza

O QR é permanente e abre o histórico vivo: cada procedimento realizado entra sozinho, sem reimprimir nada. No papel fica só o último procedimento, sempre com a data — um registro, não uma afirmação que envelhece.

Serve à madrugada

O pronto-socorro que recebe esse paciente às três da manhã vê cada procedimento já feito — tipo, sítio, lado, data e médico — antes de puncionar. Sem instalar nada e sem conta no sistema.

Só o que importa ao acesso

Sem CPF, endereço, telefone, convênio ou observação clínica. Só os procedimentos realizados; agendamentos, laudos e o resto do prontuário ficam com a clínica.

Aberto, mas não exposto

O link sozinho não abre nada: a data de nascimento confirma quem está do outro lado. Cinco erros invalidam o cartão, e toda abertura — e toda tentativa — fica na trilha de acesso, com data e origem.

Perdeu? Outro na hora

Cartão perdido ou fotografado por terceiros é reemitido em um clique, e o anterior para de funcionar no mesmo instante. Depois da alta, o link também pode chegar ao paciente pelo WhatsApp.

Cartão do paciente Antônio R. Nogueira

Clínica de origem Clínica Renal Centro

Último procedimento 12/08/2026 · Confecção de fístula arteriovenosa · Esquerdo

clinica.sisafya.com
Como ver os procedimentos realizados
  1. Aponte a câmera do celular para o QR code do outro lado.
  2. Informe a data de nascimento do paciente.

Guarde este cartão. Em caso de acesso indevido, ele é invalidado e reemitido na clínica.

Frente e verso, 100 × 30 mm. Dados ilustrativos.

Cartão do pacienteAcessos vasculares
Antônio R. Nogueira Nascimento: 14/03/1958
Procedimentos realizadosDo mais recente para o mais antigo
  1. 12/08/2026
    Confecção de fístula arteriovenosa Lateralidade: Esquerdo Médico: Paulo Andrade
  2. 03/02/2026
    Implante de cateter de longa permanência Lateralidade: Direito Médico: Marina Teixeira

O que abre no celular, depois da data de nascimento. Dados ilustrativos.

O resto da operação, no mesmo sistema.

Equipe e cadastros

Equipe médica e de enfermagem

Médico responsável, assistente, anestesista e nefrologista no procedimento, de listas controladas com CRM e RQE. Enfermeiros e técnicos no mesmo cadastro, com COREN, e os instrumentadores da sala.

Tipos próprios da clínica

Cadastro aberto, com observações padrão, código TUSS e modelos de descrição cirúrgica por tipo — que o médico traz para o campo com um clique e ajusta ao que foi realmente feito.

Documentos do paciente

Documentos pessoais e exames anexados à ficha, com visualização no sistema — enviados também pelo celular, lendo um QR na tela. No cadastro, o sistema lê o RG, a CNH ou a carteira nova e mostra, ao lado de cada campo, o que o documento diz; o que estiver diferente fica em destaque. Depois de anexado, o documento pessoal é conferido com o cadastro, até o nome da mãe: o sistema avisa quando não parece ser do paciente ou quando está ilegível. Convênios e clínicas de origem como listas controladas, não texto livre.

A leitura é feita no próprio servidor: o documento não vai para serviço de terceiros.

Cadastro rápido na agenda

Paciente sem cadastro entra na hora, na própria tela do agendamento, com sete campos. Fica marcado como pendente de atualização, e a internação só é registrada com o cadastro completo.

Implantação por planilha

Medicamentos, clínicas, convênios e tipos de procedimento entram por planilha Excel. Antes de gravar, o sistema mostra campo a campo o que vai mudar, e cada importação fica registrada.

Atendimento

Realização por área da equipe

Cada área tem a sua parte: o cirurgião, com o registro do que foi feito, receita e atestado; a enfermagem, da sala à recuperação, com Aldrete e Bromage, até a alta; e o anestesista, com a consulta pré-anestésica, o boletim e a prescrição de psicotrópicos. O procedimento entra em andamento quando o paciente entra na sala e é realizado na conclusão do cirurgião, que pode salvar o registro em rascunho. Tudo sai em PDF.

A recuperação só entra quando o paciente passou por ela: no hospital-dia, nem todo procedimento usa a SRPA.

Avaliações e consultas

As fichas de admissão, pós-operatório, follow-up e consulta são montadas pela própria clínica, com blocos prontos — comorbidades, exame físico, conduta — ou criados por ela, uma para cada especialidade. A avaliação nova pode trazer as respostas da anterior. Laudo de USG Doppler a partir de modelos da equipe; na consulta, em tela própria, evolução, receituário e atestado.

Quando a ficha muda, as avaliações já feitas continuam com a versão em que foram preenchidas.

Mapa de acessos

Nas fichas, o médico toca a região do corpo e escolhe o acesso ou o procedimento que a clínica marcou ali — o lado vem do toque. No exame físico, toca o membro e registra pulsos e achados. Na realização, o toque preenche lado, local e sítio do acesso e traz o modelo de descrição cirúrgica.

A região de cada tipo de procedimento e de cada sítio é cadastro da clínica.

O resumo do paciente ao lado

Uma janela estreita com o resumo do paciente, para ficar aberta ao lado do que a equipe estiver fazendo. Os links abrem na janela principal.

Relatório ao convênio

Sai do modelo da própria clínica, com identificação do paciente, código TUSS e o código de pacote daquela operadora já preenchidos. Justificativa e OPME vêm sugeridas pelo tipo e o médico ajusta antes de gerar o PDF.

Avisos por WhatsApp

Confirmação de comparecimento com resposta em um toque, lembrete do procedimento e a agenda do dia para o médico. Cada aviso é ligado ou desligado pela clínica, e todo envio fica no histórico.

Qualidade e serviços gerais

Eventos adversos

Notificação ligada ao paciente, ou sem paciente num acidente de trabalho. Qualquer pessoa da equipe notifica; só o núcleo de segurança do paciente vê os relatos — e os indicadores, com taxa por paciente cirúrgico, matriz de risco e análise da OMS.

Limpeza de leitos

O leito que o paciente deixa fica bloqueado até a limpeza terminal ser conferida. A equipe registra início e término, e a enfermagem libera ou devolve com o motivo.

Desistência com motivo

Quem vai embora na recepção, antes do médico ou na triagem sai do processo com o motivo registrado. Na triagem, a internação fecha como alta por desistência, sem a mensagem de pós-alta, e o procedimento volta para a lista a marcar.

Serviços que a clínica liga e desliga

WhatsApp, e-mails, Google Agenda, a conferência de documentos, o envio pelo celular e o ditado, num painel só. Desligado, o WhatsApp guarda a fila, e as mensagens que perderam a hora não saem ao religar.

Álcool e sabão

Registro de cada reposição dos dispensers, por bloco e produto, com os totais do período. Blocos e produtos são cadastro da clínica.

O cirurgião dita. O sistema escreve.

Uma funcionalidade à parte, que a clínica liga quando quiser: na realização do procedimento, o cirurgião aperta "Ditar", fala a descrição e o texto entra no campo.

No próprio servidor

A transcrição é feita na clínica: o áudio não vai para serviço de terceiros e não fica guardado.

Com as palavras da clínica

Os nomes e os modelos de descrição dos tipos de procedimento ajudam a transcrição.

Para conferir

O texto entra no fim do que já estiver escrito. Nada é concluído sozinho.

Também no celular

Com a tela acesa enquanto grava, para a gravação não parar no meio.

clinica.sisafya.com/procedimentos/realizacao

Descrição do procedimento

Parar Gravando · 1:12

O botão Ditar, no campo da descrição. Ilustração.

Veja funcionando.

Trinta minutos, com o fluxo real de um paciente — do agendamento à ficha assinada. Sem compromisso.