O Sisafya é um sistema de gestão para clínicas de acessos vasculares. Ele acompanha cada pessoa do agendamento à alta — e em cada etapa coloca à frente da equipe o que protege quem está ali. Sem papel: fichas, termos, triagem e a realização do procedimento são preenchidos e assinados na tela.
Antônio R. Nogueira
Implante de cateter de longa permanência
Dr(a). Marina Teixeira
Reavaliar até 14:58 (em 26 min)
Helena M. Barros
Confecção de fístula arteriovenosa
Dr(a). Paulo Andrade
Joaquim F. Prado
Retirada de cateter semitunelizado
Dr(a). Marina Teixeira
Livre
Painel de ocupação. Dados ilustrativos.
O sistema é organizado por elas.
A avaliação de admissão define a conduta, e cada conduta vira um procedimento a marcar — com tipo, equipe completa e caráter eletivo ou de urgência. Espelhado no Google Agenda.
Quem recebe na porta marca a chegada. A recepção chama pela TV, confere cadastro, documento e carteirinha e encaminha: ao médico, na consulta e no ambulatorial; à enfermagem, no centro cirúrgico, depois de colher as assinaturas da internação. A triagem segue por ordem de chegada, com alergias e restrição alimentar em destaque. Na urgência, interna sem agendamento e vincula o procedimento depois.
Terminada a triagem, a enfermagem escolhe ali mesmo um leito de internação livre. Ocupação em tempo real, separando internação, sala cirúrgica e recuperação. Na sala, o checklist na TV e a realização registrada por área da equipe.
Sinais vitais comparados com faixas por idade. Valor fora da faixa pede a conduta e abre reavaliação em 30 minutos. Depois, pós-operatório e follow-up em fichas próprias.
A internação inteira num prontuário final, trilha de acesso preservada — e o paciente sai com um cartão que abre o essencial do seu acesso.
O que hoje é impresso, preenchido à mão, assinado à caneta e guardado numa pasta passa a nascer, ser assinado e ficar arquivado no sistema. Sem pasta perdida, sem letra ilegível, sem ficha esperando alguém digitar.
O que precisa ir para o papel — o relatório ao convênio, o cartão do paciente — sai do sistema já preenchido.
Num plantão cheio, o que protege o paciente é a informação aparecer sem ser procurada.
Alergias e restrição alimentar não ficam numa aba. Aparecem destacadas na tela da internação — e somem quando não há nada a avisar, para que a presença do aviso signifique algo.
Pressão, temperatura, frequência cardíaca e respiratória, saturação e dor comparados com faixas que variam por idade. Glicemia, peso e altura quando aferidos, com IMC calculado.
Faixas baseadas em POP do EBSERH/HC-UFTM e na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial da SBC. Apoio ao julgamento clínico, nunca substituto.Aferição fora da faixa exige registrar a conduta e abre uma reavaliação em 30 minutos. O prazo aparece no leito, na internação e na tela inicial da enfermagem — e pisca quando atrasa.
A clínica inteira numa tela, com os ocupados à frente e os sinais alterados visíveis de relance. Modo TV para monitor de corredor, atualizando sozinho.
A TV entra com um código, sem a senha de ninguém, e mostra só o seu painel: os leitos, a fila da triagem ou a sala de espera.Cada sala cirúrgica tem o seu painel: paciente, lateralidade, antibioticoprofilaxia e equipe, com o peso e o jejum vindos da triagem e início e término preenchidos pela troca de leito. Sign in, Time out e Sign out se marcam em um toque.
Recepção, médicos e enfermagem na mesma tela, por ordem de chegada e com as prioridades da lei à frente. A chamada ocupa a TV inteira, com som; quando ninguém é chamado, passam os vídeos institucionais da clínica. Só o primeiro nome e as iniciais, e o destino sem dizer o procedimento.
A espera e o atendimento de cada etapa ficam registrados, paciente a paciente.A enfermagem chama da fila quem chegou primeiro — a TV da sala de espera chama junto —, e quem já está em triagem aparece marcado, para ninguém chamar o mesmo paciente. Escalas de Morse e Braden, dor e exames anexados, assinada por enfermeiro ou técnico.
Comorbidades e alergias informadas na triagem atualizam o cadastro do paciente.A recepção só encaminha com cadastro, documento e carteirinha conferidos e, no centro cirúrgico, com tudo assinado. O procedimento só é realizado com a avaliação de admissão finalizada — e, na internação, com a triagem concluída, os termos obrigatórios assinados e a passagem do paciente pela sala cirúrgica. A alta só sai com o procedimento realizado ou cancelado.
O follow-up exige admissão e procedimento realizado, e o pós-operatório já nasce do procedimento que foi feito. No cadastro, nome com número e data de nascimento impossível não passam, e o sistema avisa quando já existe paciente com o mesmo nome e nascimento.Quando o paciente confirma presença ou pede para remarcar pelo WhatsApp, a marca aparece na agenda do dia. Se a data muda, a confirmação antiga sai sozinha.
Consentimento e rastreabilidade: as duas perguntas que uma clínica precisa saber responder — e que a maioria dos sistemas deixa sem resposta.
INFORMAÇÕES FORNECIDAS AO PACIENTE
AUTORIZAÇÃO PARA TRATAMENTO — O abaixo assinado, ciente do diagnóstico e dos objetivos do tratamento proposto, autoriza a equipe médica a tomar as providências necessárias à preservação da saúde do paciente, conforme o texto adotado pela clínica.
Assinatura do paciente ou responsável
Assinado digitalmente em 3 de setembro de 2026, às 13:52
Confirmado por Marina Teixeira · IP 189.40.12.7
Documento gerado pelo sistema. Dados ilustrativos.
O paciente assina com o dedo, no próprio dispositivo, ainda na recepção, antes de ir para a enfermagem. O sistema gera o PDF com os dados da internação, o texto de autorização da clínica e a assinatura embutida.
Consentimento livre e esclarecido, procedimento anestésico e cessão de imagem. O sistema não redige consentimento: recebe o PDF que a clínica já usa, preenche a identificação nos campos dela e congela o documento assinado.
Cada documento registra data, hora, o profissional que acompanhou e o endereço de onde partiu. Assinatura que não puder ser incorporada é recusada — não existe documento marcado como assinado sem assinatura.
Quem consultou, criou, alterou ou baixou dado de paciente, e quando. Inclusive as tentativas negadas. É a resposta ao direito que a LGPD dá ao titular.
Cada pessoa vê e altera apenas o que o cargo exige. A trilha de acesso é mais restrita que os próprios dados que protege.
Na realização do procedimento, cirurgião, enfermagem e anestesista concluem a própria parte com o próprio login, e o registro guarda o nome e o CRM ou COREN de quem assinou. O Sign in do checklist leva as duas assinaturas.
Um PDF com a internação inteira: ficha e termos assinados, triagem com os exames, leitos, sinais vitais, a realização do procedimento por área, alta e avaliações do período. Enquanto o paciente está internado, sai marcado como documento parcial.
Quem vive de hemodiálise passa por vários serviços. O histórico do acesso vascular costuma ficar só na clínica que o operou — e o paciente, que é quem mais precisa dele, sai de mãos vazias.
Cabe na carteira: 100 × 30 mm, frente e verso, impresso na própria clínica em qualquer impressora. O QR usa correção reforçada e continua lendo depois de meses amassado e sujo.
O QR é permanente e abre o histórico vivo: cada procedimento realizado entra sozinho, sem reimprimir nada. No papel fica só o último procedimento, sempre com a data — um registro, não uma afirmação que envelhece.
O pronto-socorro que recebe esse paciente às três da manhã vê cada procedimento já feito — tipo, sítio, lado, data e médico — antes de puncionar. Sem instalar nada e sem conta no sistema.
Sem CPF, endereço, telefone, convênio ou observação clínica. Só os procedimentos realizados; agendamentos, laudos e o resto do prontuário ficam com a clínica.
O link sozinho não abre nada: a data de nascimento confirma quem está do outro lado. Cinco erros invalidam o cartão, e toda abertura — e toda tentativa — fica na trilha de acesso, com data e origem.
Cartão perdido ou fotografado por terceiros é reemitido em um clique, e o anterior para de funcionar no mesmo instante. Depois da alta, o link também pode chegar ao paciente pelo WhatsApp.
Clínica de origem Clínica Renal Centro
Último procedimento 12/08/2026 · Confecção de fístula arteriovenosa · Esquerdo
Guarde este cartão. Em caso de acesso indevido, ele é invalidado e reemitido na clínica.
Frente e verso, 100 × 30 mm. Dados ilustrativos.
O que abre no celular, depois da data de nascimento. Dados ilustrativos.
Médico responsável, assistente, anestesista e nefrologista no procedimento, de listas controladas com CRM e RQE. Enfermeiros e técnicos no mesmo cadastro, com COREN, e os instrumentadores da sala.
Cadastro aberto, com observações padrão, código TUSS e modelos de descrição cirúrgica por tipo — que o médico traz para o campo com um clique e ajusta ao que foi realmente feito.
Documentos pessoais e exames anexados à ficha, com visualização no sistema — enviados também pelo celular, lendo um QR na tela. No cadastro, o sistema lê o RG, a CNH ou a carteira nova e mostra, ao lado de cada campo, o que o documento diz; o que estiver diferente fica em destaque. Depois de anexado, o documento pessoal é conferido com o cadastro, até o nome da mãe: o sistema avisa quando não parece ser do paciente ou quando está ilegível. Convênios e clínicas de origem como listas controladas, não texto livre.
A leitura é feita no próprio servidor: o documento não vai para serviço de terceiros.Paciente sem cadastro entra na hora, na própria tela do agendamento, com sete campos. Fica marcado como pendente de atualização, e a internação só é registrada com o cadastro completo.
Medicamentos, clínicas, convênios e tipos de procedimento entram por planilha Excel. Antes de gravar, o sistema mostra campo a campo o que vai mudar, e cada importação fica registrada.
Cada área tem a sua parte: o cirurgião, com o registro do que foi feito, receita e atestado; a enfermagem, da sala à recuperação, com Aldrete e Bromage, até a alta; e o anestesista, com a consulta pré-anestésica, o boletim e a prescrição de psicotrópicos. O procedimento entra em andamento quando o paciente entra na sala e é realizado na conclusão do cirurgião, que pode salvar o registro em rascunho. Tudo sai em PDF.
A recuperação só entra quando o paciente passou por ela: no hospital-dia, nem todo procedimento usa a SRPA.As fichas de admissão, pós-operatório, follow-up e consulta são montadas pela própria clínica, com blocos prontos — comorbidades, exame físico, conduta — ou criados por ela, uma para cada especialidade. A avaliação nova pode trazer as respostas da anterior. Laudo de USG Doppler a partir de modelos da equipe; na consulta, em tela própria, evolução, receituário e atestado.
Quando a ficha muda, as avaliações já feitas continuam com a versão em que foram preenchidas.Nas fichas, o médico toca a região do corpo e escolhe o acesso ou o procedimento que a clínica marcou ali — o lado vem do toque. No exame físico, toca o membro e registra pulsos e achados. Na realização, o toque preenche lado, local e sítio do acesso e traz o modelo de descrição cirúrgica.
A região de cada tipo de procedimento e de cada sítio é cadastro da clínica.Uma janela estreita com o resumo do paciente, para ficar aberta ao lado do que a equipe estiver fazendo. Os links abrem na janela principal.
Sai do modelo da própria clínica, com identificação do paciente, código TUSS e o código de pacote daquela operadora já preenchidos. Justificativa e OPME vêm sugeridas pelo tipo e o médico ajusta antes de gerar o PDF.
Confirmação de comparecimento com resposta em um toque, lembrete do procedimento e a agenda do dia para o médico. Cada aviso é ligado ou desligado pela clínica, e todo envio fica no histórico.
Notificação ligada ao paciente, ou sem paciente num acidente de trabalho. Qualquer pessoa da equipe notifica; só o núcleo de segurança do paciente vê os relatos — e os indicadores, com taxa por paciente cirúrgico, matriz de risco e análise da OMS.
O leito que o paciente deixa fica bloqueado até a limpeza terminal ser conferida. A equipe registra início e término, e a enfermagem libera ou devolve com o motivo.
Quem vai embora na recepção, antes do médico ou na triagem sai do processo com o motivo registrado. Na triagem, a internação fecha como alta por desistência, sem a mensagem de pós-alta, e o procedimento volta para a lista a marcar.
WhatsApp, e-mails, Google Agenda, a conferência de documentos, o envio pelo celular e o ditado, num painel só. Desligado, o WhatsApp guarda a fila, e as mensagens que perderam a hora não saem ao religar.
Registro de cada reposição dos dispensers, por bloco e produto, com os totais do período. Blocos e produtos são cadastro da clínica.
Uma funcionalidade à parte, que a clínica liga quando quiser: na realização do procedimento, o cirurgião aperta "Ditar", fala a descrição e o texto entra no campo.
A transcrição é feita na clínica: o áudio não vai para serviço de terceiros e não fica guardado.
Os nomes e os modelos de descrição dos tipos de procedimento ajudam a transcrição.
O texto entra no fim do que já estiver escrito. Nada é concluído sozinho.
Com a tela acesa enquanto grava, para a gravação não parar no meio.
Descrição do procedimento
O botão Ditar, no campo da descrição. Ilustração.
Trinta minutos, com o fluxo real de um paciente — do agendamento à ficha assinada. Sem compromisso.
Ou escreva para contato@sisafya.com.